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Bombeiros trabalharam mais 12 horas para controlar incêndio em Içara

 

Neste domingo (11/03), ao menos sete guarnições de Bombeiros Militares e Comunitários de Içara, Criciúma, Tubarão, Araranguá, Sombrio, Forquilhinha e Morro da Fumaça se revezaram para controlar um incêndio de grandes proporções que destruiu cinco galpões, que sediavam uma indústria de utensílios de plásticos e descartáveis, em Içara no Sul do estado. Foram necessários mais de 12 horas ininterruptas de trabalho para que o incêndio fosse totalmente controlado. Passava das duas horas da manhã desta segunda-feira (12/03), quando o rescaldo foi finalizado. Nesta tarde, os peritos voltaram ao local para recolher materiais e iniciar a perícia. Bombeiros de Içara também tiveram que controlar pequenos focos que recomeçaram num dos galpões.

 

 

O vento e o clima seco favoreceram a propagação rápida das chamas, que puderam ser vistas há quilômetros de distância. Apesar dos estragos, não houve vítimas. Dois funcionários que trabalhavam na empresa conseguiram sair ilesos. Eles irão fornecer detalhes sobre como o fogo começou para ajudar no trabalho da perícia.

 

 

As operações de combate às chamas foram coordenadas pelo Capitão BM Henrique Piovezam da Silveira, do Corpo de Bombeiros Militar de Içara. O coronel BM Cesar de Assumpção Nunces, comandante da 1° Região de Bombeiro Militar também foi ao local para acompanhar os trabalhos.

 

 

Como o fogo começou

Somente o laudo pericial, que deverá ser finalizado em no máximo 30 dias, poderá apontar as causas do incêndio. Tudo que se sabe até o momento, é que as chamas começaram num dos galpões que servia para estocar as mercadorias. Passava das 14 horas quando os Bombeiros foram acionados. Quando a primeira guarnição chegou ao local, as chamas já atingiam o telhado da empresa e a temperatura já estava tão elevada que as viaturas foram estacionadas do lado de fora do pátio, para que não fossem danificadas pelo calor. Imediatamente, os reforços foram acionados.

 

 

Os caminhões precisaram reabastecer várias vezes com água num hidrante da CASAN, que ficava há cerca de 800 metros do local. A RTI- Reserva Técnica para Incêndio de uma empresa próxima também foi usada. Cerca de 460 mil litros de água e 40 litros de LGE- Líquido Gerador de Espuma, foram necessários para controlar o incêndio.

 

 

Trabalharam no local cerca de 50 pessoas, entre Bombeiros Militares e Comunitários e Alunos do Curso Avançado de Atendimento a Emergências- CAAE.

 

As instituições que apoiaram os trabalhos foram: Polícia Militar, Defesa Civil, Exército Brasileiro, Cooperaliança, Guarda Municipal, caminhões-pipas da emprea Copasa e de outra empresa com dois caminhões munck.

 

 

Texto: Krislei Oechsler-jornalista-CCS-CBMSC

Informações e fotos_ OBM Içara.

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